Temperatura
º A Temperatura e a umidade descontrolada favorecem a proliferação de agentes biológicos.
º A circulação de ar deve ser disfarçada ou por meio de circular de ar ou ar condicionado.
º A temperatura em salas aberta para o publico deve ser entre 19º a 22º e a umidade relativa do ar de 45 a 55 %.
º As obras raras devem ser guardadas em salas fechadas ou armários fechados a uma temperatura entre 12º a 14º graus e uma umidade relativa do ar de 45 a 55 %.
º Evitar contato com publico.
UMIDADE E TEMPERATURA
A umidade e a temperatura são fatores climáticos que contribuem significativamente para a deterioração de material bibliográfico.
A medição da umidade ambiental é feita através do uso de higrômetros, higrógrafos, psicrômetros e tiras de papéis especiais.
Termoigrômetros e termoigrógrafos são aparelhos que medem simultaneamente a temperatura e a umidade.
As variações de umidade e temperatura submetem o papel, principalmente, a movimentos de estiramento e de contração de acordo com ao maior ou menor nível desses parâmetros.
Os fatores climáticos são responsáveis pelo desenvolvimento de microorganismos, insetos e também roedores.
Os valores aceitos como convenientes à conservação de acervos bibliográficos podem variar entre 50% e 60% de umidade relativa do ar e 16 à 22°C de temperatura.
O controle da umidade é feito através de aparelhos de desumidificação do ar, quando ambiente úmido e de umidificadores em ambientes secos.
O controle pode ser feito de uma forma caseira misturando-se cinco tabletes de cânfora, 500gr. de sal grosso, cinco tabletes de giz esmagado, cal virgem.
Depois de misturar bem, espalhar por toda a biblioteca em pequenos potinhos.
Pode-se, ainda, comprar sílica gel e montar saches e colocar na biblioteca trocando-os de seis em seis meses.
TEMPERATURA E UMIDADE RELATIVA
O desequilíbrio da temperatura e da umidade relativa provoca no acervo uma dinâmica de contração e alongamento dos elementos que compõem o papel, além de favorecer a proliferação de agentes biológicos, tais como: fungos, bactérias, insetos e roedores.
Quanto mais baixa for a temperatura, maior será a permanência e durabilidade do papel.
A umidade também afeta seriamente o papel: se muito elevada, apressa a degradação ácida e se for muito baixa, facilita o ataque de agentes biológicos.
A temperatura tem influência determinante nas alterações da umidade do ar.
A umidade relativa (UR) exprime a razão da quantidade de vapor de água contido em um determinado volume de ar a dada temperatura (T) e a quantidade máxima de água que este volume poderia conter sem verificar o fenômeno de condensação.
Quanto mais alta a temperatura, mais alta é a quantidade de água contida no ar.
A queda brusca da temperatura causa a redução de quantidade de água que o ar suporta, ocasionando a condensação de umidade e a formação de gotas de água.
Uma regra geral estabelece que as reações químicas dobram a cada elevação de temperatura de 10oC.
No caso especial da celulose, mostrou-se que testes artificiais de envelhecimento indicam que cada aumento de 5oC quase dobra a taxa de deterioração, mesmo na ausência de luz, poluentes ou outros fatores.
Por outro lado, são materiais higroscópicos, isto é, que possuem propriedade de perda ou aquisição de água.







