Somos especializados em salvamento e recuperação de livros e documentos danificados por desastres naturais inundações, fogo, terremoto, etc.
PRIMEIROS SOCORROS PRÁTICOS PARA SALVAR LIVROS E DOCUMENTOS EM CASO DE INUNDAÇÃO.
1-Arrumar um ambiente bem ventilado e sem raios solares, se possível limpo, para que possam ser separados os livros e documentos.
2-Ajuntar todos os livros, documentos e papéis que forem encontrados, não se preocupem em limpar ou fazer qualquer coisa, a não ser tomar todo o cuidado ao manusear os livros e documentos, evitando danificar ainda mais os mesmos.
3-Colocar todos os livros abertos em prateleiras ou mesas que estará no ambiente citado no item 1, para que a umidade possa ir secando dentre as folhas.
4-Folhas soltas deixar deitadas, favor não colocar peso algum sobre elas.
Veja foto abaixo:
5-Não se preocupe com o estado dos livros e documentos, depois de colocados em lugar seguro favor não ficar manuseando – os.
6-Sempre que possível usar luvas e mascaras descartável, evitar colocar as mãos nos olhos, nariz e boca, tendo água lave as mãos constantemente.
7-Não permanecer muito tempo no ambiente em que estão os livros e documentos, devido o mofo que normalmente se inicia do 2° para o 3º dia.
8-São necessárias quatro ou cinco pessoas para realizar o processo de 1º socorros. Lembrando é necessária muita calma para realizar estes processos.
9-Este processo diminui em 80% a perca dos livros e documentos.
10-Favor não aceitar Interferência de ninguém, feito o processo de 1º socorro favor esperar com paciência a chegada de um técnico em recuperação e restauração de livros e documentos para ser feita a vistoria criando um plano de intervenção, para que assim possa dar continuidade ao trabalho de secagem dos livros e documentos.
PLANEJAMENTO CONTRA DESASTRES
Os desastres são imprevisíveis, pois podem destruir todo o acervo de uma biblioteca.
A necessidade de um planejamento contra desastres como os incêndios e inundações é cada vez mais necessário.
Muitas inundações e damos naturais estão acontecendo em várias regiões, e tem atingido acervos, bibliotecas e cartórios, os livros de bibliotecas a maioria podem ser reposto, mas nos cartórios tem documentos importantes e registros que são insubstituíveis.
Planejamento:
O planejamento contra desastres é fundamental para qualquer instituição
mantenedora de documentos.
De inicio, é necessário que um funcionário seja designado para planejar e coordenar o projeto.
Uma vez elaborado este, deve-se treinar os demais funcionários nos processos de prevenção.
O plano para prevenir desastres deve conter cronograma de verificações permanentes das condições físicas do prédio e manter contato com o setor responsável pela manutenção do imóvel.
O corpo de bombeiros pode orientar quanto às medidas de segurança contra incêndios e eventuais problemas decorrentes da estrutura do imóvel. O plano para prevenir desastres deve incluir uma lista dos funcionários que podem ser contatados fora do horário de expediente.
O plano deve conter os procedimentos e orientações e a identificação e seleção de objetos e documentos que devem ter prioridade numa operação de salvamento.
São importantes que a instituição esteja no seguro, prevendo a indenização por danos sofridos pelo imóvel e pelos documentos, inclusive as despesas com a recuperação do acervo danificado.
O plano para prevenir desastres deve ser escrito na forma de um manual e revisto periodicamente.
Cópias de todos estes documentos, inclusive da apólice de seguro, devem ser mantidos em local fora do recinto da biblioteca já que a instalação do sinistro pode impedir as pessoas de terem acesso aos mesmos.
A cópia de segurança deve ser mantida em cofre de aço ou de outro material resistente ao fogo e/ou inundação.
Inundação:
As causas mais comuns de inundações são as precárias condições das instalações hidráulicas, com tubulações entupidas e danificadas, defeitos de forros e telhados do imóvel.
A causa de uma umidade excessiva faz com que o mofo invada todo o acervo.
A água das inundações deixa os documentos sujos e manchados.
Os livros editados antes de 1850 são capazes de absorver mais água do que os livros recentes que, muitas vezes, são impressos em papéis menos resistentes.
Os livros molhados aumentam de volume, provocando o seu deslocamento nas estantes, dificultando a retirada dos livros das estantes.
Os livros impressos em papel tipo cuchê, com revestimento brilhante, em geral usado para impressão de ilustrações, transformam-se em verdadeiros tijolos com suas páginas coladas umas nas outras.
Incêndios:
Os incêndios acontecem, normalmente, com o uso de cigarro, defeitos nas
instalações elétricas e de incêndios provocados criminosamente.
Os livros, por serem objetos compactos, queimam tridimensionalmente e de modo lento.
As capas de encadernação protegem o texto e com isto o papel queima primeiramente nas bordas.
A fumaça e a fuligem se espalham por toda a área, manchando, inclusive, documentos que tenham escapado do fogo.
O maior perigo em um incêndio é o dano causado pela água do combate ao fogo, promovendo os mesmos efeitos de uma catástrofe por inundação.
O uso de detectores de fumaça e fogo, conectados a sistemas de sprinklers com válvulas de segurança, constituem-se em instrumentos que podem debelar o fogo com o uso de água na medida da necessidade da combustão instalada.
Outro método muito eficaz, mas ainda oneroso, é a liberação de gás na atmosfera (especial para este fim), baixando a taxa de oxigênio e acabando com o fogo por meio de asfixia.
Estes gases não são danosos aos seres humanos, mas só podem ser usados em ambientes que possam ser vedados com segurança, evitando a entrada de oxigênio.
Desastres
Os desastres constituem os fatores de maior gravidade na destruição dos documentos.
Danos provocados pelo fogo e água podem estar ligados a causas naturais, como terremotos, vulcões, furacões ou fortes tempestades.
Raios e descargas elétricas podem causar incêndios.
Do rompimento de tubulações de água, do destelhamento, da obstrução de calhas e com a elevação dos leitos de rios podem surgir inundações.
O fogo, em virtude da sua rápida ação, pode causar danos irreparáveis. Nos casos de incêndios, a temperatura no interior do edifício costuma chegar a níveis altíssimos.
Os documentos, quando não são queimados, podem ser afetados de maneira irreversível.
A fumaça e a fuligem se espalham por toda a área, manchando, inclusive, documentos que tenham escapado do fogo.
A Instalação de equipamentos modernos de detecção de fumaça e controle do fogo deve ter prioridade nos prédios antigos e modernos que abrigam acervos.
Também deve ser priorizados a execução constante de manutenção e um exercício pleno de monitoramento do prédio com auxílio de brigadas antiincêndios.
Por outro lado, na tentativa de controlar as chamas, a água pode ampliar a extensão dos estragos.
Documentos molhados tornam-se imediatamente vulneráveis a graves danos.
Além da deformação causada nas encadernações, existe o perigo de escorrimento das tintas e o apodrecimento pelo ataque microbiológico.
De acordo com a origem da inundação, a água pode estar contaminada por fatores químicos agressivos, de grande diversidade de impurezas e de microorganismos.
A ação de salvamento deve, portanto, ser rápida e eficaz.
Para isto, deverá ser previamente planejada.
Por esta razão, é essencial que arquivos e bibliotecas elaborem um plano de emergência, onde estejam definidos todos os problemas que signifiquem riscos em potencial.
Ao mesmo tempo, deve ser determinada uma estratégia para o salvamento do acervo, no caso de acidentes.
O maior perigo num incêndio é o dano causado pela água de combate ao fogo, promovendo os mesmos efeitos de uma catástrofe por inundação.
Em virtude da umidade excessiva, ocasionada pela água utilizada na tentativa de se apagar o fogo de um incêndio, ou mesmo por inundação, o mofo começa a invadir o acervo.
Os esporos são capazes de difundir-se rapidamente a outras partes do imóvel que não foram atingidas por esses eventos.
Salvamento e Restauração de Livros e Documentos danificados por desastres naturais.
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Cartório Protestos de São Luiz do Paraitinga.

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